terça-feira, 29 de setembro de 2015

A cidade mais fria do mundo




Yakutsk é uma cidade da Rússia, capital da região da Lacútia, na Sibéria Oriental. Possui 235.600 habitantes e é uma região remota com mais de 1000,000 km² de área. Nesta cidade o frio é tão intenso que os encanamentos devem ficar acima do solo para que a água não congele. Em determinadas épocas, os carros devem ser guardados com os motores ligados pois com o frio extremo, eles podem não voltar a funcionar se desligados.Por isto possui o título de cidade mais fria do mundo. As temperaturas médias anuais são de -21°C. A cidade possui temperaturas muito variadas, tendo verões e invernos longos por torno de quatro meses. No verão atinge entre 0ºC (33ºF) e 25ºC (77ºF), e no inverno entre -40ºC (-42ºF) e -25ºC (-13ºF). Durante o ano, a temperatura começa a cair em Setembro e só voltam a subir em Maio. A média da temperatura no mês de Janeiro é de -36,7 °C sendo que o recorde do mês foi nada mais nada menos que -63 °C.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Dilatação termica e seus efeitos


A dilatação térmica é a variação das dimensões de um material, causada pela mudança de temperatura, ou seja, Quando aquecemos um corpo, aumentando sua energia térmica, aumentamos o estado de agitação das moléculas que o compõem. Estas moléculas precisam de mais espaço e acabam se afastando uma das outras aumentando o volume do corpo. A dilatação térmica ocorre não só quando aquecemos um corpo, mas também quando o resfriamos.
há três tipos de dilatação:
Linear: é a variação de comprimento largura ou altura, ou seja, utilizando somente uma dimenção . Ex: Dilatação de fios ou colunas de líquido.
Superficial: é a variação da área, Ex: Dilatação de placas ou chapas de metal.

Volumétrica: Quando levamos em conta a dilatação em volume ou seja, utilizando três dimensões. Ex: Dilatação de gases, sólidos de volume consideravelmente grande, líquido em recipientes, etc.

Efeitos:
a dilatação termica gera alguns porblemas para a engenharia pois sua ação se nao computada pode levar ao desmoronamento de construçoes, invergamento de trilhos de trem, quedas de pontes e etc...

O 0 absoluto

O zero absoluto é, teoricamente, a temperatura mais baixa possível. Seria a temperatura na qual a entropia atingiria seu valor mínimo que, segundo a interpretação clássica, a energia cinética e térmica mutuamente equivalem a zero. As leis da termodinâmica afirmam que o zero absoluto não pode ser alcançado usando apenas meios termodinâmicos. Um sistema em zero absoluto possui a menor quantidade de energia possível, segundo a mecânica quântica.

Sendo assim, O ponto zero de qualquer escala de temperatura termodinâmica, como Kelvin ou Rankine, é fixado no zero absoluto. Por convenção, o zero absoluto é definido como 0 K na escala Kelvin, e como -273,15 °C na escala Celsius. Isso equivale a -459,67 F° na escala Fahrenheit, e R 0 na escala Rankine . Cientistas já atingiram temperaturas muito próximas do zero absoluto (usando lasers e campos magnéticos, eles mantiveram os átomos individuais em um arranjo trançado) .Em temperaturas positivas, os átomos se repelem, tornando a configuração estável, atingindo assim poucos bilionésimos de grau abaixo da marca do zero absoluto.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Termômetro

A ideia partiu de Galileu Galilei em 1592, com tubo invertido cheio de ar e água, criando uma espécie de termômetro no qual a elevação da pressão exterior fazia com que o ar dilatasse e, em consequência, elevava o nível da água dentro do tubo.
Inicialmente não eram muito confiáveis, pois permitiam que fatores externos influenciassem na medição de temperatura. Os instrumentos eram abertos por isto a pressão influenciava muito em suas medidas. Os termômetros eram fabricados com base na dilatação, com preferência nos materiais com elevado coeficiente de dilatação, assim com o aumento da temperatura, mesmo sendo pequena, sua variação no comprimento era facilmente visível.

Escala Celsius
É a escala usada no Brasil e na maior parte dos países, oficializada em 1742 pelo astrônomo e físico sueco Anders Celsius (1701-1744). Na escala Celsius o ponto de gelo é 0 e o ponto de vapor é 100. Nessa escala, o intervalo entre os pontos fixos é dividido em 100 partes iguais, sendo que cada divisão corresponde a 1 grau


Escala Fahrenheit

Outra escala bastante utilizada, principalmente nos países de língua inglesa, criada em 1708 pelo físico alemão Daniel Gabriel Fahrenheit (1686-1736), tendo como ponto de gelo é 32 e o ponto de vapor é 212. Nessa escala, o intervalo entre os dois pontos fixos é dividido em 180 partes iguais, sendo que cada divisão corresponde a 1 grau fahrenheit (1°F). 

Escala Kelvin

Também conhecida como escala absoluta, foi verificada pelo físico inglês William Thompson (1824-1907), também conhecido como Lorde Kelvin. Na escala Kelvin o ponto de gelo é 273 e o ponto de vapor é 373. Nessa escala, o intervalo entre os dois pontos é dividido em 100 partes iguais, sendo que cada divisão corresponde a 1 kelvin (1k). Por convenção, não se usa "grau" para esta escala, ou seja 0 K, lê-se zero kelvin e não zero grau kelvin.


Réaumur

A escala Réaumur (símbolo: °Ré, °Re, °R) é uma escala de temperatura concebida em 1731, pelo físico francês Réne-Antoine Réaumur (1683-1757). Seus pontos fixos são : o ponto de congelamento da água (zero grau) e o seu ponto de ebulição ( 80 graus).  Assim, a unidade desta escala, o grau Réaumur, vale 4/5 de 1 grau Celsius e tem o mesmo zero que o grau Celsius.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

A variedade de cores do céu

A cor é composta por ondas e o padrão de cores (vermelho, amarelo, laranja, azul, verde, anil e violeta) é completamente explicado pelo fenómeno da dispersão da luz, e.  distância entre uma crista e outra vai modular essa frequência de cores. As partes mais elevadas são proporcionais à energia radiada para cada cor. Dado que as moléculas de ar têm um diâmetro muito inferior ao comprimento de onda da luz visível, a dispersão dá-se no regime de Rayleigh, favorecendo fortemente os pequenos comprimentos de onda (zona azul do espectro). Assim, a luz que nos chega directamente do disco solar vai ser empobrecida em azul, enquanto que a luz que nos chega da atmosfera é rica em azul.
 
   Quando o sol se encontra alto a camada de atmosfera atravessada é pouco espessa e a oportunidade para a dispersão da luz é reduzida; por essa razão a radiação que chega à superfície à quase branca. Quando o Sol baixa para o horizonte (b), a radiação atravessa uma camada cada vez mais extensa e a dispersão lateral torna-se importante; em consequência, a luz que chega do disco solar torna-se cada vez mais pobre em pequenos comprimentos de onda, aparecendo A cor vermelha, com o comprimento de onda maior, no momento em que a luz branca e solar chega à atmosfera da Terra, acaba tendo contato com átomos e moléculas de ar bem pequenas e compostas por gás oxigênio (O2) e o gás nitrogênio (N2). Há o reflexo e propagação das cores que compõem o a luz do Sol para distintas direções.



Por que o céu é azul?

O que ocorre é que quando a luz penetra na atmosfera. os raios solares colidem com as moléculas de ar, água e poeira e são responsáveis pela dispersão da luz que é uma onda que possui vários comprimentos. Segundo o fenômeno físico do espalhamento, a luz solar é espalhada em várias direções e com várias tonalidades de cor, cada uma com um comprimento de onda específico, no entanto, a onda que possui o comprimento da cor azul é bem mais definida e eficiente do que as outras. Por esse motivo é que vemos o Sol como um disco brilhante e o restante do céu todo azul.